Vários baralhos sobreviveram desde essa época vindos de várias cidades na França — o mais conhecido deles foi um baralho da cidade de Marselha, e assim denominado Tarô de Marselha. Por volta da mesma época, o termo tarocchi apareceu. Dessa forma o assim chamado tarô de Marselha — por ser produzido nessa cidade — difundiu-se pela Lombardia e influenciou a produção de cartas em outras regiões da Itália e da Europa. Em meados do século XVIII uma versão derivada do tarô de Marselha, o chamado tarô de Besançon, já dominava o mercado de cartas de tarô em todas as parte, exceto nas regiões que hoje formam a Itália e a Bélgica.[18]
E por fim, gostaria de acrescentar uma ultima leitura que acho extremamente relevante, ela se chama O Caminho do Sobrevivente, e parte do principio que não importa a situação em que estamos, nem o quão frágil as dificuldades nos colocam, somos sobreviventes, e o foco da leitura é esclarecer a nossa situação como alguém que luta, quer e vai sobreviver e sobrepujar situações críticas. É uma leitura bem avançada, e que expõe fragilidades, mas extremamente útil em situações onde se é alvo de violência de qualquer natureza e em qualquer grau, para conhece-la, problematiza-la e supera-la. (Só gostaria de lembrar que se estiver em uma situação de abuso, peça ajuda, principalmente se for algo crítico para você, há coisas muito complexas para se suportar sozinho).
A primeira grande publicidade acerca do uso divinatório do tarô veio de um ocultista francês chamado Alliette, sob o pseudônimo de "Etteilla" (seu nome ao contrário), que atuou como vidente e cartomante logo depois da Revolução Francesa. Etteilla desenhou o primeiro baralho esotérico, adicionando atributos astrológicos e motivos "egípcios" a várias cartas, elementos alterados do Tarô de Marselha, e incluindo textos com significados divinatórios escritos nas cartas. Mais tarde Mademoiselle Marie-Anne Le Normand popularizou a divinação durante o reinado de Napoleão I, pela influência que exercia sobre Josefina de Beauharnais, primeira esposa do monarca. Contudo, ela não usava o tarô típico.[18]
Desde então as cartas de tarô são associadas ao misticismo e à magia. O tarô não foi amplamente adotado pelos místicos, ocultistas e sociedades secretas até os séculos XVIII e XIX. A tradição começou em 1781, quando Antoine Court de Gébelin, um clérigo protestante suíço, e também maçom, publicou Le Mond Primitif, um estudo especulativo que incluía o simbolismo religioso e seus remanescentes no mundo moderno.[24] De Gébelin primeiro afirmou que o simbolismo do Tarô de Marselha representava os mistérios de Ísis e Thoth. Gébelin também afirmava que o nome "tarot" viria das palavras egípcias tar, significando "rei, real", e ro, "estrada", e que por conseguinte o tarô representaria o "caminho real" para a sabedoria. Dizia o autor que os ciganos, que estavam entre os primeiros a usar o tarô para uso divinatório, eram descendentes dos antigos egípcios (daí a semelhança entre as palavras gypsy e Egypt, em inglês, mas isso na verdade é um estereótipo para qualquer tribo nômade), e introduziram as cartas na Europa. De Gébelin escreveu esse tratado antes de Jean-François Champollion ter decifrado os hieróglifos egípcios, ou de fato ter sido descoberta a Pedra de Roseta, e, mais tarde, os egiptólogos não encontraram nada que corroborasse a etimologia fantasiosa de Gébelin.[18] Apesar disso, a identificação do tarô com o "Livro de Thoth" já estava firmemente estabelecidas na prática ocultista e segue como uma lenda urbana até os dias de hoje.

Nascido na Bolonha, o mais “popular” dos três (pelo menos até o século XVIII) desenvolveu-se nas regiões do sul da Itália, não sendo especificamente relacionado com qualquer corte nobre, atingiu Florença (onde provavelmente inspirou o Minchiate) e mais tarde a Sicília. Original da cidade de Bolonha, possui 62 cartas. Por isto, também é chamado de Tarocchino (“tarô pequeno”). Este grupo corresponde ao tipo denominado por Dummett como A.[21]
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Solo pido que los debates que vayamos colgando nuevos, lo INDIQUEMOS  en el debate del INDICE -NO NOS OLVIDEMOS, YO LA PRIMERA-para asi añadirlo con mayor facilidad al Indice y no tener que repasar todos los debates uno a uno para ver cual falta pues en algunos(que ya estan enel Indice)  hemos escrito comentarios y se coloca entonces el primero de la lista de "Discusiones" ..y en otros o se ha escrito nada.. Solo es por organizacion, nada mas. Es que me estoy armando un lio!
Para Jung, energía que circula por la psique y que engendra procesos psíquicos. Llamada también libido, es la energía de los procesos de la vida. Inspirándose en Heráclito, Jung indica que la circulación de energía está regida por el principio de los opuestos: la energía depende de una antítesis preexistente sin la cual no podría existir. Debe haber calor y frío, paz y guerra, etc. como fuerzas antagónicas para que pueda tener lugar el proceso de compensación llamado energía. Y así, el amor se convierte en odio, los seres pacíficos en belicosos, los cínicos en ingenuos y los santos en pecadores. La energía psíquica se genera merced al conflicto que opera en la persona —básicamente entre la conciencia y lo inconciente como polos opuestos- y subsiste como fuerza activa, consumiéndose en la actividad, para ser creada de nuevo debido a nuevas tensiones (págs. 82-87). Cuando más antagónicos son los opuestos, más intensidad de energía psíquica habrá.
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