A verdade, entretanto, é que não existem destinos fatais ou características pré-determinadas. Tanto na antiga arte divinatória como nas atuais ciências sociais, não são nem o ‘Destino’ nem o contexto social que determinam a consciência, mas o desenvolvimento moral e psicológico da consciência que liberta os homens de seu destino provável resultante do condicionamento social.
“El deseo de regresar a un estado anterior de las cosas”, escribió alguna vez Freud para definir la repetición, ese mecanismo psicológico mediante el cual el sujeto se siente compelido a hacer lo mismo una y otra vez: desde ir al mismo restaurante hasta atarse a más o menos el tipo de personas en sus relaciones significativas. Para Freud el lado más siniestro de la repetición coqueteaba con la no-existencia, el verdadero “último estado anterior” a todo.
Um dos usos do baralho de tarô é o jogo de cartas. O jogo de tarô é conhecido sob muitas variações (muitas delas culturais), cujas regras básicas são apresentadas pela primeira vez no manuscrito de Martiano da Tortona antes de 1425[23] (texto traduzido para o inglês). As referências seguintes são de 1637. Na Itália o jogo se tornou menos popular; uma versão, o Tarocco Bolognese: Ottocento conseguiu sobreviver e ainda há outras versões jogadas no Piemonte, mas o número de jogos fora da Itália é bem maior, todos ligados ao nome tarô, na França, e tarock, nos países germânicos e eslavos.
Da Tortona descreve um baralho semelhante em muitos aspectos às cartas usadas em jogos de tarô, embora o que ele descreve seja mais um precursor do tarô que o que se pode conceber das atuais cartas de tarô. Por exemplo, seu baralho tem apenas dezesseis trunfos, com motivos destoantes aos dos atuais baralhos (lá são deuses gregos), e os quatro naipes são quatro espécies de pássaros, e não os naipes italianos comuns. O que faz do baralho de Tortona mais semelhante ao tarô que os outros baralhos descritos na época é obviamente a presença de cartas de trunfo no conjunto. Cerca de vinte e cinco anos depois, Jacopo Antonio Marcello, um contemporâneo de Da Tortona, denominou-os de ludus triumphorum, ou "jogo dos triunfos".[13]
 Deseo mencionar la interesantísimo obre de nuestro querido amiigo el neurobiólogo Profesor Rodriguez Delgado, (1915-2011) "El control físico de la mente", como explica que se puede producir placer o dolor, estimulando áreas específicas del cerebro y en nuestras conversaciones sobre la realidad de la existencia, mantiene el criterio de que nuestro cerebro es el portador material de toda información que existe después de la desaparición física.

 Claro que Oliver Sacks, con sus explicaciones neurológicas y como estas influyen en la conducta  y la representación del yo, tienen un extraordinario valor; ahí está su obra clásica, "El hombre que confundió a su mujer con un sombrero", - lo recomiendo entusiásticamente - os dará a entender que lo que uno cree que es real, en realidad es inexistente y creado por áreas específicas del cerebro. Su próximo libro, todavía por ser publicado, "El ojo de la mente", arrojará mucha luz al respecto.
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A leitura com o tarot e baralho cigano, aborda questões que precisam de atenção e direcionamento sempre com orientação, conselhos, tendências, dicas, banhos e simpatias, Você também poderá fazer também perguntas, tirar dúvidas, perguntar quais melhores escolhas e caminhos a se tomar. a mesa real ou o grand tableau é um momento único que conforme vai sendo revelado os segredos de cada arcano você começa a entender mais claramente como prosseguir.
 Adelanto en decir, que al observar la avidez con la que los participantes captaban lo que se decía, sobre todo cuando la "vidente" de turno, se atrevía a hacer y deshacer familias y emociones sin una mínima actitud crítica  por parte de los participantes, concediéndole visos de realidad a practicamente todo, llegado ese momento, decidí dejarlo, ya que de ninguna manera podía permitir o tolerar engaño alguno.

Más allá del asunto psicológico con el que nace este concepto, en lo que refiere a la energía psíquica podemos encontrar un sinfín de disciplinas de parapsicología que la estudian y aprovechan. Si de acuerdo a la psicología esta energía nace de una tensión entre opuestos, las mancias de las que hablamos procuran dirigir y potenciar esta misma energía al máximo, para que el individuo proyecte para su vida lo que considere potenciar.
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