Es habitual que en la práctica de esta clase de ejercicios por primera vez no logremos los resultados esperados. No conviene desesperarse, sino que debemos ser conscientes de que en el desarrollo psíquico, al igual que sucede con cualquier otra área de conocimiento, el avance es lento. Pero con persistencia y disciplina cualquiera lograr entrenar su energía psíquica.
Dica de leitura: Como rezar pela cura entre as gerações, neste livro, você aprenderá um tipo de oração em que se pede a cura para a árvore genealógica. Essa oração é conhecida como cura entre as gerações, ou cura da árvore da família, ou cura dos antepassados ou ainda, de maneira não muito correta, da quebra de maldições. Orar pela cura entre as gerações, ou árvore da família, ajuda-nos a ampliar os horizontes da benção de Deus.
Os tarôs até então usavam o mesmo sistema de naipes que era na época usado na produção das cartas de baralho comuns — os chamados naipes espanhóis. Em 1470 os fabricantes de cartas franceses desenvolveram o chamado sistema francês, que são os símbolos usados nas cartas de baralho atuais. Esse sistema, mesmo sendo mais simples de imprimir, não se difundiu muito depressa e foi usado primeiramente para os baralhos comuns. Somente por volta de 1750 na Alemanha foram produzidos os primeiros tarôs com naipes franceses e até o pricípio do século XIX já haviam substituído em praticamente toda a Europa os tarôs tradicionais para fins de jogo. Os novos tarôs caracterizam-se por uma maior liberdade na representação dos trunfos: as figuras tradicionais foram substituídos por ilustrações coloridas. Esse tipo de cartas é usado atualmente para o jogo.[18]

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O princípio da equivalência, dizendo que nada diminui ou desaparece, apenas se transfere. A perda de interesse num ponto faz surgir esse interesse noutro, por exemplo. Complementarmente, o princípio da entropia diz que, no aparelho psíquico, tudo visa a busca do equilíbrio. Neste sentido, o conteúdo que tiver maior valor irá promover trocas com conteúdos de menor valor energético. Podemos observar isso quando verificamos uma atitude valorizando por demais um lado, uma característica da Psique. Se ignoro partes do meu inconsciente, ele irá reivindicar certa quantidade de energia da consciência a fim de promover o equilíbrio. Ou, por exemplo, uma atitude fanática que começa a deixar visível características de seu ceticismo (JUNG, 2002).
Por outro lado, a consciência representa uma espécie de zona mental onde se percebe as diversas dimensões, mundos e planos da realidade. Seus eventos são de uma outra ordem de realidade mas sem que, por isso, eles percam sua veracidade. Na definição do grande místico esotérico-cristão Daskalos, a consciência ou mente sagrada, pode alcançar desde a percepção tridimensional do mundo material, passando pelas quatro dimensões do mundo psíquico, até o plano noético que é o plano dos pensamentos, estreitamente associado ao psíquico. Daí para frente, existem estados de consciência que apenas podem ser imaginados ou intuídos pela consciência humana, pois estão além dos "mundos de separação", onde reina o espírito e os mundos de pura espiritualidade. Podemos portanto dizer que o nível psico-noético de consciência seja uma zona intermediária, um posto de fronteira, que delimite de uma maneira tênue as diversas categorias e eventos de ordem psíquica da experiência e realização espiritual. E que eventos serão esses que podem ser definidos no horizonte de uma genuína experiência mística? Comparando-se as descrições bíblicas de Ezequiel, Daniel, os relatos de Plotino, São Paulo, Rumi, Eckhart, João da Cruz, Kabir, Ramakhrisna, os resultados recentes das pesquisas feitas com LSD e mescalina e as atuais testemunhos sobre os estados induzidos de consciência xamânicos, chega-se a coincidências impressionantes entre o caráter dos estados de consciência alcançados, o que nos permite traçar um quadro bem completo das principais características do fenômeno místico. São elas:
Isso nos mostra a amplitude do termo. Pensar na Libido como energia expande os campos além da sexualidade. Neste sentido, a teoria nos fala que é necessário pensar a Libido como uma energia que está transitando em qualquer área (Energia Vital) e não especificamente na energia sexual. Isso foi um ponto focal de divergência entre Freud e Jung (JUNG, 2002).
Si la energía es la capacidad de producir trabajo, entonces, la energía psíquica es la capacidad de producir trabajo psíquico, y ésta entonces se puede usar para los fines más variados, sanar, aplicar reiki, enviar ondas negativas o positivas, malos pensamientos y buenos pensamientos...y se puede percibir perfectamente...¿quien no ha oído decir_que mala onda tiene este tío!!!? o por el contrario...¡que buena onda que tira aquel!!! Eso es energía psíquica...Pruébenlo, califíquenme en contra y perciban la energía psíquica que les envío... (esto último es chiste, jajajaja!!!)

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Y por último, cabe destacar que “al igual que sucede en muchas guerras, el ejército que nos defiende puede revelarse”, de este modo, explica el doctor López Rodríguez, “el sistema inmune de nuestro cuerpo se ataca a sí mismo y aparecen las enfermedades autoinmunes que tienen mucho que ver con las situaciones de estrés continuado, ansiedad u otro problema psicológico: Lupus, Crohn, esclerosis lateralamiotrófica (ELA), tiroides, endometriosis…”. “Podemos asegurar que los problemas psíquicos sin tratar son la vía de entrada de enfermedades físicas y luego, no nos damos cuenta de que el origen se ha producido en el trastorno y nos obcecamos en buscar únicamente una razón física”. De este modo, podemos concluir, asegura el doctor que “situaciones de placer y bienestar llevan a la salud física y situaciones de estrés y ansiedad llevan a la enfermedad”.
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Aunque este trabajo no contiene alusión alguna a sus descubrimientos, es, sin embargo, un modo de demostrar como sin los avances de su época, en tiempos anteriores se curaba a través de las palabras. Es claro que aquí plantea un corrimiento de los conceptos que se manejaban a través de la hipnosis y de la sugestión para arribar a las nociones de amor y creencia, como lo podemos ver en el amor y la creencia que tiene un niño hacia sus padres. Pienso que podemos ver aquí los primeros pasos para lo que después conceptualizará como transferencia, ya que posteriormente dirá, refiriéndose al trabajo analítico: “… trabajo cuya meta será entonces descubrir la elección infantil de objeto y las fantasías que trae urdidas”.

Gracias, por esta magnìfica sìntesis y galerìa de brillantes cientìficos,filòsofos-humanistas. Alguno lo conocì a travès tuya. Hecho de menos en esta galerìa, a cientìficos como Roger Penrose y Stuart Hameroff...... nada sospechosos de estar vinculados al pensamiento mìstico-religioso. Y que estan en la vanguardia de las investigaciones, de la Consciencia, el problema denominado "Hard", para la ciencia, que investiga cerebro-mente-Consciencia. Equilibrarìa esta visiòn,para mì tan limitado- ra de la mayorìa de los cientìfi- cos y pensadores, de reducirlo todo a una observaciòn e interpre-taciòn,racional y materialista. De convertir en un fin, lo que es un medio; un instrumento,( El segundo òrgano favorito, de woody Allen,ja,ja,ja.)Porque sinò todo, se centra y reduce, a que la fuente es hardware y todo el software mental.... de allì proviene.Como me gusta, procuro estar al dìa, en biologìa evolutiva. Pero,¡atenciòn! llega un momento en nuestra especie, en que aflora la Consciencia.Y en las investigaciones serias de las ECM,por ejemplo, esta prevalece lùcida,junto a los procesos cognitivos y emocionales. Vinculados a un cuerpo energèti- co a lo que algunos cientìficos, llaman campo estructurador de formas, que se encuentra fuera del cuerpo fìsico, en otro plano o dimensiòn. Un abrazo.
Además en otros post y videos te enseñaré y mostraré como muchas veces sí estarás causando afectos psicoquinéticos, pero mal dirigidos. El desconocimiento de estos efectos descontrolados o que se manifiestan en otras cosas sin que lo notes, son la principal causa por la cual quienes comienzan la práctica dela Telequinesis abandonen, al frustrarse por pensar que no están teniendo éxito ni resultados, cuando muchas veces lo están logrando y en gran escala, pero no lo pueden entender.
Incluso si usted recibe malas noticias durante una sesión de lectura, usted todavía puede convertir las cosas a su favor. Porque algunos lectores pueden mostrarte el futuro basándote en cómo son las cosas hoy, usted será capaz de darse cuenta de lo que necesita para alterar el futuro (por ejemplo, puede realizar posibles errores, lo que necesita para cambiar, o lo que necesita para trabajar, para un mejor resultado de las cosas en el futuro).
A mi m pasa algo muy extraño desde chica podia ver cosas aterradoras ,y mis sueños son tan reales q m asustan x momentos pero no tienen q ver con mi vida si no con otras vidas no humanas..suelo tener avisos de familiares fallecidos ..y pasan..estoy en mi propio mundo y no se lo digo a nadie xq m tomarian x loca.pero honestamente es como si no encajara en esta vida...m gusta dormir xq vivo cosas increibles en ellos.cada cosa q digo si lo digo con enojo se cumple y siempre q quiero ver a alguien ese mismo dia m lo cruzo.si note muchas cosas q m pasan y a veces las ignoro xq trato de vivir una sola realidad.

¿Ha vivido usted una experiencia similar, en la que se ha visto sorprendido por su propia fortaleza interior a la hora de afrontar un revés de la vida? Estoy seguro que sí, al fin y al cabo todos somos héroes de nuestra propia historia. Le invito a compartir su experiencia dejando su comentario un poco más abajo. Con ello seguro que ayudará a muchas personas que en este momento están atravesando momentos difíciles.

 Muchas mentes brillantes en el campo de la neurociencia se dedican a la investigación de lo que nos hace humanos, - nuestro cerebro -. Michael Gazzaniga, en su interesantísimo libro "Humano:la ciencia que nos hace únicos", se adentra en múltiples aspectos de nuestro yo y asì podemos ver también al Premio Nobel de Medicina, Eric Kandell, adentrarse en los misterios del cerebro buscando respuestas que también tienen que ver con nuestra relación con lo "escondido" - como lo definiría un kabalista,- la religión o el creador.
Hola, Madhana, hace siglos que no nos vemos (casi desde Dorrón), pero veo que no os habéis bajado del tren y ahora andáis por la estación de la neurociencia. Yo he recorrido un camino que me ha llevado al mismo lugar después de haber estudiado y vivido en profundidad yogas y tal con vosotros y otros, y ahora ando metido en aplicaciones para el neuroentrenamiento virtual con una perspectiva que me ha marcado significativamente: la de Damasio. Excepto Rubia (a quien también conozco) y a Rodríguez Delgado (a quien conocí a través de vosotros) lo demás es demasiado especulativo para mi gusto.
Pone especial atención a un grupo de enfermos, llamativo por la riqueza y la variedad de su cuadro clínico: no pueden realizar una labor intelectual a causa de dolores de cabeza, padecen de trastornos digestivos, vómitos o espasmos gástricos, etc. . Pero en todos puede observarse que los signos patológicos están muy nítidamente bajo el influjo de irritaciones, emociones, preocupaciones. “Tales estados han recibido el nombre de nerviosidad (neurastenia, histeria), y se los define como enfermedades meramente “funcionales” del sistema nervioso”. No olvidemos que Charcot sostenía que como sustrato de los síntomas histéricos, aún cuando no se la encontrara en las autopsias, debía existir una lesión, que al no encontrársela, entonces la llamaba lesión funcional.
La duda de "volver a ser el mismo", pese a poder ser lógica, acaba siendo más uno de esos miedos de película que una frase con un sentido real. En el ser humano, el aprendizaje es continuo, y por ello, ser el mismo de antes necesariamente implica "no avanzar" o "no vivir". Sería injusto e ilógico exigir a nadie (con o sin trauma) que volviese a ser exactamente el mismo que era antes. Estamos en constante evolución, en constante construcción.
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La pulsión sería un indicador psíquico de una necesidad somática. Es un impulso más allá de lo instintivo. La pulsión se ha desprendido de su naturaleza biológica, por lo tanto la pulsión ya no posee un sustrato neurofisiológico u hormonal que gobierne su mecanismo. Sus mecanismos pertenecen al ámbito de lo psíquico. La pulsión exige satisfacción y esa exigencia se manifiesta de forma constante. Es una de las características de la pulsión, que somete al aparato psíquico a una tensión, a un empuje, a una presión que se mantiene constante, y cuyo fin único es calmar o suprimir esa tensión. Para lograr este fin, la pulsión se sirve de un objeto que, sin embargo, no es uno concreto, ni está predeterminado (a diferencia del instinto).
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